
Olá pessoal!
Essa semana eu fui ao shopping. Fui dar uma volta, relaxar, ver pessoas bonitas. Arrumei-me e fui pro ponto esperar o busão. O bus chegou, eu entrei, sorri para o cobrador e o cumprimentei. Minha cordialidade passou batida. Nesses momentos em que sou gentil (tem sido uma constante) e a pessoa faz que nem é com ela, eu sinto que fico com uma cara de imbecil que não tem tamanho.
Dentro do ônibus, fui lembrando tantas outras vezes em que fui educado e passou reto novamente.
Lembro de uma vez - dentro do ônibus - em que uma moça entrou com uma bolsa, e parecia estar muito pesada. De uma forma muito natural eu ofereci meu lugar. Ela não quis (rasguei minha cara). Descontente, eu me ofereci pra – pelo menos – segurar sua bolsa. Um não seco saiu dos lábios dela. Posso até imaginar os movimentos em câmera lenta... N-Ã-O! Até quem estava do lado de fora saberia que ela disse um não. Foi tão mímico.
Não sei por que algumas pessoas desprezam um gesto cordial, uma gentileza. Gentileza foi feita pra ser devolvida. É como um abraço. Você o dá e recebe-o de volta. Se bem que tem gente que tem um abraço mórbido, de corpo mole.
Nós homens abraçamos meio que de lado, ombro a ombro. Deve ser pra transmitir masculinidade. A cordialidade entre homens é sisuda, máscula, sem muito atrito, sem muita pele. Comigo não tem muito disso não. Logicamente que quando encontro um amigo não tem aquele frenesi que existe entre duas amigas: bater palminha, gritinho e saltinhos no ar. Mas não descarto um abraço frontal, forte e que transmita o carinho e amizade que temos.
Eu não deveria (e não vou) me sentir um imbecil quando minha gentileza passa reta. Mais imbecil é quem a rejeita.
Vou fazer como Elisa Lucinda em eu texto “Só de sacanagem”, quando diz que em meio a tantos roubos, mensalões e dinheiro em cuecas, ela vai continuar honesta.
Então, só de sacanagem eu vou sorrir ainda mais, vou cumprimentar ainda mais as pessoas na rua, sejam novas, idosas ou crianças.
Só de sacanagem vou tocar o terror, ou melhor, a gentileza.
Um beijo e ótimo final de semana a todos vocês.
Dentro do ônibus, fui lembrando tantas outras vezes em que fui educado e passou reto novamente.
Lembro de uma vez - dentro do ônibus - em que uma moça entrou com uma bolsa, e parecia estar muito pesada. De uma forma muito natural eu ofereci meu lugar. Ela não quis (rasguei minha cara). Descontente, eu me ofereci pra – pelo menos – segurar sua bolsa. Um não seco saiu dos lábios dela. Posso até imaginar os movimentos em câmera lenta... N-Ã-O! Até quem estava do lado de fora saberia que ela disse um não. Foi tão mímico.
Não sei por que algumas pessoas desprezam um gesto cordial, uma gentileza. Gentileza foi feita pra ser devolvida. É como um abraço. Você o dá e recebe-o de volta. Se bem que tem gente que tem um abraço mórbido, de corpo mole.
Nós homens abraçamos meio que de lado, ombro a ombro. Deve ser pra transmitir masculinidade. A cordialidade entre homens é sisuda, máscula, sem muito atrito, sem muita pele. Comigo não tem muito disso não. Logicamente que quando encontro um amigo não tem aquele frenesi que existe entre duas amigas: bater palminha, gritinho e saltinhos no ar. Mas não descarto um abraço frontal, forte e que transmita o carinho e amizade que temos.
Eu não deveria (e não vou) me sentir um imbecil quando minha gentileza passa reta. Mais imbecil é quem a rejeita.
Vou fazer como Elisa Lucinda em eu texto “Só de sacanagem”, quando diz que em meio a tantos roubos, mensalões e dinheiro em cuecas, ela vai continuar honesta.
Então, só de sacanagem eu vou sorrir ainda mais, vou cumprimentar ainda mais as pessoas na rua, sejam novas, idosas ou crianças.
Só de sacanagem vou tocar o terror, ou melhor, a gentileza.
Um beijo e ótimo final de semana a todos vocês.